URGENTE : Dono de retífica que matou esposa atropelada em estrada de chão é preso em Cachoeiro/ES

Por: Redação

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 - Atualizado há 7 meses ago

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Na noite desta terça-feira (18), o dono de uma retífica de Cachoeiro/ES, Marcelo Fernandes, de 57 anos, assassino de sua esposa Cláudia Cristina Fernandes, de 53 anos, se entregou na Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Ele matou a mulher no domingo (16), em uma estrada de chão no bairro IBC.

Segundo a PC, Marcelo se apresentou espontaneamente após o horário de expediente. O Delegado responsável pelo caso, interrogou o suspeito, que confessou o crime bárbaro, mas que não quis dar maiores detalhes.

Marcelo estava com seu advogado. Após o depoimento ele levado para CDP de Cachoeiro.

Também na manhã de terça-feira (18), o homem de 33 anos, que foi visto correndo do local do crime, se apresentou e contou sua versão do ocorrido no domingo (16). Ele disse que conheceu a empresária há cerca de uma semana pelas redes sociais e que os dois haviam combinado de se encontrar na noite de sábado (15). Mas no domingo feira (18), eles se encontraram. De acordo com o depoimento, ele e Cláudia Cristina, foram a uma rua de chão no IBC, quando perceberem os faróis de uma caminhonete Hilux se aproximando. Ao reconhecer o veículo, a empresária disse: “É o Marcelo.”

Marcelo Fernandes estacionou ao lado, aproximou-se da janela do carro e afirmou, em tom ameaçador: “Não falei que eu ia te pegar?” Logo depois, voltou para a caminhonete.

Assustada, Cláudia Cristina pediu ao homem que fugisse e saiu do veículo para falar com o marido. O homem correu e, segundos depois, ouviu um forte estrondo — barulho que, segundo o delegado, pode ter sido o momento em que a empresária foi atropelada.

Os celulares do marido e da esposa foram encontrados abandonados em uma das empresas do casal. A Polícia Civil também identificou um histórico de violência doméstica, embora nenhuma ocorrência tenha sido formalmente registrada.

Apesar de a testemunha afirmar que Marcelo estava sozinho no momento do crime, a polícia não descarta a possibilidade de participação de outras pessoas.

Após o depoimento, o homem foi liberado. A PC continua a investigação.

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