O músico Freddie Mercury (1946-1991) deixou a maior parte de sua herança para Mary Austin, com quem ele esteve em um noivado entre 1973 e 1976. Ele também dedicou a ela um dos maiores hits do Queen, ‘Love of My Life’ (‘Amor da minha vida’, em tradução livre).
Mercury e Austin começaram a namorar em 1969, antes da formação do Queen. Após o fim do noivado, no entanto, eles seguiram extremamente próximos, com o músico deixando para ela, em sua herança, a maior parte de sua fortuna e seus bens.
O cantor chegou a declarar em entrevista em 1985: “Todos os meus amantes me perguntam por que eles não podem substituir a Mary, mas é simplesmente impossível. A única amiga que eu tenho é a Mary, e eu não quero mais ninguém. Para mim, ela era minha esposa de fato. Para mim, foi um casamento. Nós acreditamos um no outro, isso é o suficiente para mim”.
No filme ‘Bohemian Rhapsody’ (2018), enquanto Mercury foi vivido por Rami Malek, Austin foi interpretada pela atriz Lucy Boynton.
Austin tinha 19 anos quando conheceu Mercury, com 24 anos na época. Ela estava ao lado do músico em seus últimos anos de vida, com ele já com a saúde deteriorada por seu diagnóstico de AIDS.
Mary Austin viveu por mais de 30 anos na mansão no bairro londrino de Kensington que Mercury deixou para ela. Ela colocou o imóvel à venda em fevereiro de 2024, pedindo 30 milhões de libras, hoje o equivalente a mais de 212 milhões de reais. A revista People noticiou recentemente que a propriedade não encontra-se mais no mercado.
Mary Austin viveu por mais de 30 anos na mansão no bairro londrino de Kensington que Mercury deixou para ela. Ela colocou o imóvel à venda em fevereiro de 2024, pedindo 30 milhões de libras, hoje o equivalente a mais de 212 milhões de reais. A revista People noticiou recentemente que a propriedade não encontra-se mais no mercado.
“Sinto falta da diversão, do humor, do carinho dele, da energia dele”, disse ela à BBC.
Ela prometeu para setembro de 2026 o livro ‘A Life in Lyrics’ (‘Uma vida em Letras’, em tradução livre) com fotos inéditas dela e Mercury e reproduções de manuscritos das músicas do cantor.
FILHA BASTARDA?
A mulher que alegava ser a filha secreta do músico Freddie Mercury (1946-1991) morreu aos 48 anos, após vários anos de tratamento contra um cordoma, uma forma rara de câncer nos ossos. A morte da mulher, uma médica, identificada apenas pelos apelidos “B” e “Bibi”, veio à público em comunicado divulgado pelo marido dela, Thomas, e pela escritora que revelou sua existência, Lesley Ann Jones.
A existência da suposta filha do vocalista do Queen veio à público no ano passado, com o lançamento de ‘Love, Freddie’ (‘Com Amor, Freddie’, em tradução livre), livro de Lesley-Ann Jones, jornalista especialista em Queen e com várias obras sobre o vocalista da banda.
A mulher alega ter sido concebida por acidente, durante um caso de Mercury com Barbara Valentin (1940-2022), dançarina e esposa de um amigo próximo do artista, em 1976, um ano depois do sucesso de ‘Bohemian Rhapsody’. Ela diz que sua existência era conhecida apenas pelo círculo mais próximo do cantor e que também tinha várias cartas enviadas a ela por seu pai.
No entanto, o músico Bryan May, do Queen, chegou a questionar a veracidade da alegação. O mesmo foi feito por Mary Austin, ex-namorada e melhor amiga de Mercury.
Ao noticiar a morte de Bibi, o jornal inglês Daily Mail relatou: “O viúvo, Thomas, entrou em contato com o Daily Mail para informar que ela faleceu ‘pacificamente após uma longa batalha contra o cordoma, um raro câncer na coluna vertebral, deixando dois filhos de nove e sete anos’. Ele acrescentou: ‘B agora está com seu amado e carinhoso pai no mundo dos pensamentos. Suas cinzas foram espalhadas ao vento sobre os Alpes’”.
Ao expor a existência de Bibi em seu livro, Lesley-Ann Jones afirmou que possui provas de DNA para confirmar a paternidade de Mercury.
A jornalista divulgou um comunicado publicado pelo Daily Mail sobre a morte de Bibi: “Estou devastada pela perda dessa mulher que se tornou minha amiga próxima, que veio até mim com um objetivo altruísta: deixar de lado todos aqueles que tiveram carta branca para lidar com a história de Freddie por 32 anos, desafiar suas mentiras e suas reescritas da vida dele, e entregar a verdade”.
A mulher que alegava ser a filha secreta do músico Freddie Mercury (1946-1991) morreu aos 48 anos, após vários anos de tratamento contra um cordoma, uma forma rara de câncer nos ossos. A morte da mulher, uma médica, identificada apenas pelos apelidos “B” e “Bibi”, veio à público em comunicado divulgado pelo marido dela, Thomas, e pela escritora que revelou sua existência, Lesley Ann Jones.
A existência da suposta filha do vocalista do Queen veio à público no ano passado, com o lançamento de ‘Love, Freddie’ (‘Com Amor, Freddie’, em tradução livre), livro de Lesley-Ann Jones, jornalista especialista em Queen e com várias obras sobre o vocalista da banda.
A mulher alega ter sido concebida por acidente, durante um caso de Mercury com Barbara Valentin (1940-2022), dançarina e esposa de um amigo próximo do artista, em 1976, um ano depois do sucesso de ‘Bohemian Rhapsody’. Ela diz que sua existência era conhecida apenas pelo círculo mais próximo do cantor e que também tinha várias cartas enviadas a ela por seu pai.
No entanto, o músico Bryan May, do Queen, chegou a questionar a veracidade da alegação. O mesmo foi feito por Mary Austin, ex-namorada e melhor amiga de Mercury.
Ao noticiar a morte de Bibi, o jornal inglês Daily Mail relatou: “O viúvo, Thomas, entrou em contato com o Daily Mail para informar que ela faleceu ‘pacificamente após uma longa batalha contra o cordoma, um raro câncer na coluna vertebral, deixando dois filhos de nove e sete anos’. Ele acrescentou: ‘B agora está com seu amado e carinhoso pai no mundo dos pensamentos. Suas cinzas foram espalhadas ao vento sobre os Alpes’”.
Ao expor a existência de Bibi em seu livro, Lesley-Ann Jones afirmou que possui provas de DNA para confirmar a paternidade de Mercury.
A jornalista divulgou um comunicado publicado pelo Daily Mail sobre a morte de Bibi: “Estou devastada pela perda dessa mulher que se tornou minha amiga próxima, que veio até mim com um objetivo altruísta: deixar de lado todos aqueles que tiveram carta branca para lidar com a história de Freddie por 32 anos, desafiar suas mentiras e suas reescritas da vida dele, e entregar a verdade”.
